As PME do setor comercial são as mais expostas ao risco de não pagamento, que afeta 25% das operações comerciais do tecido empresarial japonês.
Taxas tarifárias, uma transição desigual para os veículos elétricos e a fraca confiança dos consumidores estão a afetar a produção.
Todos estes fatores explicam a desaceleração do crescimento do PIB britânico, que este ano deverá aumentar apenas 0,9%, em linha com a média europeia.
As limitações de liquidez afetam diretamente as operações diárias das empresas na Turquia, segundo o mais recente Barómetro de Práticas de Pagamento da Crédito y Caución.
A Crédito y Caución prevê que o crescimento seja inferior a 2% devido aos efeitos do conflito no Médio Oriente.
Segundo o Barómetro de Práticas de Pagamento da Crédito y Caución, 19% das empresas neerlandesas acreditam que as insolvências irão aumentar.
Este fenómeno atmosférico tem impacto no crescimento económico, na inflação, nas cadeias de abastecimento e nos preços das matérias-primas.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
De acordo com o Barómetro de Práticas de Pagamento na Grécia, uma em cada duas empresas afirma que o risco de crédito dos seus clientes está a limitar a sua disponibilidade diária de dinheiro.
A União Europeia continua a ser o maior mercado único para o comércio do Reino Unido.
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