Setores como agricultura, automóvel e transportes, bens de consumo duradouro, construção, eletrónica, máquinas e engenharia, metalurgia e aço, serviços e têxtil correm um risco de incumprimento elevado.
Os setores automóvel e transportes, bens de consumo duradouro, maquinaria e engenharia, metalurgia e aço, e têxtil apresentam um risco de incumprimento muito elevado.
Os setores automóvel e de transportes, bens de consumo duradouro, metalurgia, serviços e têxtil apresentam um risco de incumprimento muito elevado.
Os setores automóvel e de transportes, bens de consumo duradouros, construção, metalurgia, papel, serviços e têxtil apresentam um elevado risco de incumprimento.
Setores como o automóvel e de transportes, bens de consumo duradouro, construção, metalurgia, papel, serviços e têxtil apresentam um risco de incumprimento muito elevado.
A criação de departamentos de risco nas empresas regista valores mínimos desde 2017.
Os setores automóvel e transportes, bens de consumo duradouro, construção, serviços e têxtil apresentam um risco de incumprimento muito elevado.
Apenas 27% das empresas portuguesas inicia ações de cobrança quando o prazo de pagamento da fatura termina, de acordo com o Estudo de Risco de Crédito promovido pela Crédito y Caución, Iberinform e Gestifatura.
Setores como agricultura, automóvel, bens de consumo duradouro, construção, eletrónica e TIC, financeiro, maquinaria e engenharia, metalurgia e aço, papel, serviços e têxtil apresentam um elevado risco de incumprimento.
O Barómetro de Práticas de Pagamento destaca a importância da gestão de risco para as empresas asiáticas, que ajustam os seus processos numa tentativa para minimizar os riscos das dívidas incobráveis perante a recessão mundial.
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