Cada vez mais empresas recorrem ao crédito comercial para financiar as suas vendas, atingindo 52% das operações, o que aumenta a vulnerabilidade ao não pagamento.
Segundo o Estudo de Gestão de Risco de Crédito impulsionado pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 72% das empresas portuguesas sofreram impactos negativos com a morosidade.
Se o boqueio durar meses, a produção do setor químico poderá cair 1,7%.
Juntamente com a evolução dos custos financeiros e a inflação, os custos energéticos e as tensões geopolíticas surgem como as principais causas da deterioração da solvência dos clientes.
O diretor da Crédito y Caución em Portugal, Paulo Morais, destacou o papel do seguro de crédito como alavanca para o crescimento da atividade empresarial.
A Crédito y Caución analisa como o encerramento do Estreito de Ormuz irá influenciar o crescimento dos setores mais afetados.
Esperam que o comportamento de pagamento piore nos próximos meses devido à volatilidade nos mercados globais e ao aumento dos custos de transporte e energia.
O aumento dos preços da energia ligado ao conflito no Médio Oriente traduz-se numa inflação generalizada e está a pesar nas margens comerciais.
Um ano após o "Dia da Libertação", as empresas enfrentam um ambiente empresarial instável marcado por medidas legais temporárias
O setor enfrenta grandes desafios, como a incerteza decorrente da guerra no Irão, que desacelerará o investimento em máquinas, e a volatilidade dos preços das matérias-primas.
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