As perdas resultantes de não pagamentos representam cerca de 2% do volume de negócios.
O mais recente estudo da Crédito y Caución e da Iberinform deteta diversas falhas na criação de estruturas para o controlo sistemático do risco comercial nas empresas portuguesas.
Apenas 22% das transações entre empresas em França são realizadas a crédito, 30 pontos abaixo da média da Europa Ocidental.
Apenas 35% das empresas iniciam ações de cobrança quando as faturas estão vencidas.
Na Europa, crescerá apenas 0,7% em 2026 devido à redução dos gastos das famílias.
Segundo estudo elaborado pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 68% das empresas denotam problemas financeiros nos seus clientes.
Cada vez mais empresas recorrem ao crédito comercial para financiar as suas vendas, atingindo 52% das operações, o que aumenta a vulnerabilidade ao não pagamento.
Segundo o Estudo de Gestão de Risco de Crédito impulsionado pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 72% das empresas portuguesas sofreram impactos negativos com a morosidade.
Se o boqueio durar meses, a produção do setor químico poderá cair 1,7%.
Juntamente com a evolução dos custos financeiros e a inflação, os custos energéticos e as tensões geopolíticas surgem como as principais causas da deterioração da solvência dos clientes.
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